Valentim R. Fagim

13/03/2011

Entrevista a Paulo Feytor

Filed under: Entrevistando — valentimrfagim @ 9:43 PM

Paulo Feytor é presidente da Associação de Professores de Português e vem de sair do prelo um livro da sua autoria, O essencial sobre Política de Língua, uma obra de divulgação de um modelo de análise que permite enquadrar a reflexão sobre a relação entre política e língua em Portugal.
Destacaria da entrevista que nos dê pistas para termos uma visão equânime da Lusofonia e do enquadramento da Galiza neste universo linguístico-cultural.

A entrevista foi publicada no PGL a 11 de março de 2011

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16/02/2011

Teologia

Filed under: Em 2011,Língua Nacional — valentimrfagim @ 10:49 AM

Umha das maiores diferenças entre a sociedade medieval e o moderna tem aparentemente que ver com os dogmas de fé. Segundo passam os séculos, abandonamos a fé e escorregamos para a razom. Hoje, poucas pessoas alardeiam de serem dogmáticas, fica mal.

O que se leva atualmente é o ensaio-erro, experimentamos, primeiro com A, depois com B, se for preciso com C e escolhemos a soluçom mais eficaz.

No mundo da esquerda alardeia-se até de umha natureza profundamente científica. Suponho que a maioria das vezes será assim mas nem sempre. Ocorre-me agora o binómio escola/língua. Os dados som os que som e até som mui pouco simpáticos. O ensino público galego obtém pobres resultados entre os seus utilizadores no que diz respeito de usos e imagem do galego.

Aqui queria ver eu o pessoal do ensaio-erro porque, na verdade, existem outras hipóteses e as hipóteses som a alma da ciência.

Donibane Garazi é um concelho no País-Basco francês de 1.521 habitantes (que nom é muito, seja dito de passagem). Esta pequena povoaçom do estado jacobino tem umha ikastola (ensino privado) onde estudam a maioria das suas crianças e adolescentes. Alguém dirá, claro é que som bascos!, para entrar sem freio no terreno das naturezas essenciais, o volksgeist e da Santíssima Trindade. Como dizia Chomsky, para a TEOLOGIA os dados som irrelevantes.

O que som em Donibane Garazi é sociedade civil que, perante umha carência, em lugar de esperar ou confiar decide… resolver.

Janeiro, 2011

14/02/2011

Dous rollos distintos

Filed under: Gostava de tê-lo feito eu — valentimrfagim @ 8:36 PM

Do grande Suso Samartim, habitante da VA-CA (Via anti-colonial activa) e de Sei o que fizestes.

Transubstanciación lingüística

Filed under: Instantâneas da língua — valentimrfagim @ 8:34 PM

Fonte: http://cartaxeometrica.blogspot.com/ Blogue de Cibrán, professor de matemáticas.

Nunha aula grande e ateigada de rapaces de 16 a 18 anos celebrábase unha conferencia para divulgar os recursos dos que dispoñen os xóvenes para o acceso ao traballo ou a unha vivenda. Hai tres poñentes e comenza a falar a primeira:
– A veeer… los de atrás, mirais bien la pantalla?…Sii?…Bien. Comenzamos?
– Bien,… si ahora estuviérais a mi lado sentiríais como me peta el corazón. Me hace bum-bum, bum-bum. Estoy nerviosa. Eso mismo os pasará cuando os encontreis en una entrevista de trabajo…
Fai unha pequena pausa e continúa.
– Hola me llamo Magdalena y,…
Un dos seus compañeiros chámaa e fala con ela en baixo.
– Ah, si…. Me dicen que aquí la mayoría hablais en gallego. Entón vouvos falar en galego…. aínda que xa vos aviso,… que o meu galego é o galego de Moaña. Como vos dicía, o meu nome é Magdalena…
Contestando desde unha das primeiras filas, un rapaz, coa voz ben clara:
– E logo,…, de onde cres que é o teu castelán?

Todos os días se produce este patético milagre en milleiros de mentes que sendo, por exemplo, de Moaña, Tabeirós ou da Mariña, pensan que falan un castelán de Valladolid. É patético porque aínda que deixan de ser galegos, nunca chegan a ser de Valladolid, e así perden a súa alma.

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